segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CD NATAL WAGGMUSIC

Estamos lançando em edição comemorativa álbum onde nossos alunos desfilam desinibição e competência dos 6 aos 70 anos. Passando por temas dos Beatles, Queen, Beethoven, Tchaikovisk, Vangelis, valsas brasileiras, Raul, Ednardo, Lennon, Zé Ramalho e outros. Feliz Natal com WAGGMUSIC e Harmonioso 2011.
Galera, valeu pelo empenho. PAZ E BOM SOM A TODOS

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Como Tocar Guitarra com Slide

A melhor forma de tirar sons exóticos da guitarra é com um slide.
By Luis Biavati

Um pequeno resumo da história do slide
Esse pequeno cilindro que se coloca no dedo para tocar guitarra foi descoberto por acaso no Havaí por um jovem chamado Joseph Kekuku, em 1889. Ele estava indo a pé para a escola com seu violão e um amigo quando pegou um pedaço de metal que encontrou na estrada. O pedaço de metal escorregou de sua mão e esbarrou nas cordas de seu violão, produzindo um som agradável. Intrigado, ele levou o objeto para casa e passou a explorar novos sons com ele em seu violão.

Tudo começou assim. Depois ele criou o que hoje é conhecido como música havaina, foi para os EUA e popularizou o slide no país ao longo dos 28 anos em que viveu lá. O resultado foi que rapidamente a música country e depois o blues absorveram o slide entre suas principais técnicas. Nos anos 30, a guitarra havaiana foi a 1ª guitarra elétrica construída (com pequenas diferenças em relação à guitarra normal de hoje) e o sucesso do slide passou a crescer ainda mais rápido.

Hoje em dia, guitarristas como John Buttler (do John Buttler Trio) e Ben Harper (do Ben Harper and The Innocent Criminals) continuam a desenvolver a técnica. Mas o consenso geral é de que foi o guitarrista Duane Allman (do Allman Brothers Band) quem levou a técnica e a sonoridade do slide da guitarra no rock para um novo patamar.













A Técnica

1 - Em qual dedo usar
Tanto faz. É uma escolha pessoal e depende de como cada um se sente melhor. Ao usar o dedo 4, deixa-se mais dedos livres para tocar acordes e riffs. Por outro lado, algumas pessoas podem preferir o dedo 2 ou 3 por serem mais firmes. O dedo 1 é menos comum.

Notação:
Dedo 1 = indicador
Dedo 2 = médio
Dedo 3 = anelar
Dedo 4 = mindinho

2 - Como posicionar o slide
O slide deve encostar a corda bem em cima do traste e paralelo a ele. Você deve pressionar o slide com firmeza contra a corda para não sair aquele som tremido. Mas não deve pressionar com força, pois a corda nunca pode encostar no traste. Na verdade, o slide assume o papel dos trastes, que por sua vez passam a servir apenas para localizá-lo no braço da guitarra.

Obs: se as cordas da sua guitarra estiverem muito baixas (muito próximas dos trastes), pode ser necessário mexer na regulagem dela para deixá-las mais altas.

3 - Abafar as cordas
Provavelmente, a principal dúvida de alguém que está começando a tocar com slide é "Como faço para cortar todo esse ruído? Parece que tem um monte de notas sobrando e o som não está bom". A resposta é simples. Para acabar definitivamente com aqueles sons que aparecem por trás do slide, abafe as cordas. Quem toca com slide abafa as cordas o tempo todo.

Ao ver um vídeo de alguém tocando com um slide, observe que o guitarrista deixa pelo menos um dedo, além do slide, sobre as cordas da guitarra (como na foto acima). É porque ela está usando a mão para impedir que cordas que não estão sendo tocadas vibrem na hora errada.

É preciso abafar tanto com os dedos da mão do slide, quanto com a mão que toca as cordas. Digamos que você esteja usando o slide no dedo 3. Isso quer dizer que você pode usar o dedo 1 e o 2 para abafar as cordas por trás do slide. Eles devem encostar todas as cordas da guitarra paralelamente ao slide, como se eles estivessem fazendo uma pestana, mas sem pressionar as cordas. Apenas abafando-as. Assim, o único som que sairá da guitarra será o das notas que você está "slideando".


É bom também abafar as cordas com a mão que toca as cordas. Para quem toca sem palheta pode ser um pouco mais fácil, mas para quem toca com palheta, também não é nenhum mistério. Em ambos os casos, basta encontrar uma posição confortável para abafar as cordas que não estão sendo tocadas, usando os dedos que estiverem livres e as bordas da mão para encostar levemente sobre elas.

4 - Vibrato
A diferença entre um iniciante e um guitarrista que já domina o slide é a forma como se toca cada nota. A graça do slide é poder deslizar pelas notas, passando suavemente por todas as notas que estiverem no meio do caminho. Mas não dá para ficar o tempo todo arrastando o slide pra lá e pra cá. É preciso parar nas principais notas do solo. Aquelas que fazem a diferença. A grande sacada, no entanto, é que você não pode parar. Pelo menos não totalmente.

Para extrair aquele som característico do slide, em todas as notas que você parar, você deve executar um vibrato. Ele dará mais vida ao som de cada nota. Dessa forma, tocar guitarra com um slide pode ser visto como uma combinação de deslizadas de uma nota para outra e de vibratos nas principais notas. Tudo que você precisa aprender, após dominar a técnica, é desenvolver o feeling para saber em que notas parar e em que notas deslizar.
Obs: Note que o vibrato com slide é diferente do vibrato normal. Para executar o vibrato com slide basta deslizar para fente e para trás em torno da nota alvo, como se estivesse tremendo a mão. A amplitude dessa oscilação fica à escolha de cada guitarrista, mas geralmente é usada uma oscilação bem pequena.

5 - Confie no seu ouvido
Ao tocar guitarra com slide, não se pode confiar totalmente na sua visão. Ao olhar para os trastes para saber se o slide está na posição certa, você pode acabar atingindo a nota errada. Isso ocorre porque o ângulo do olhar pode enganá-lo. A solução é simples: confie nos seus ouvidos e deixe-os guiá-los para as notas certas.

Além disso, o vibrato que você estará executando nas principais notas é uma forma de achar a posição certa do slide, através de pequenos ajustes na posição do vibrato. Não se preocupe em fazer um vibrato perfeito em torno da nota certa, pois é justamente essa pequena imprecisão que que torna único o som do slide.

6 - Escute George Harrison
Todos os guitarristas de rock que usam slide tem uma dívida com George Harrison, ex-guitarrista dos Beatles. Não é preciso falar muito sobre ele. Seus solos de extremo bom gosto melódico falam por si.





















7 - Escute música havaiana
O 1º estilo de música a usar o slide para tocar guitarra foi a música havaiana. De fato, a música do Havaí é totalmente marcada pelo uso de slides. Chega a ser comum uma banda havaiana com dois guitarristas tocando de slide enquanto um violão ou ukelele mantém a base com acordes. Para encontrar vídeos de música e guitarra havaina, busque no YouTube pelas palavras-chave "hawaiian steel guitar" e "hawaiian lap steel guitar".

8 - Com Distorção vs. Sem Distorção
Uma coisa ótima para quem gosta de usar slide, é que eles são agradáveis tanto com sons limpos quanto com distorcidos.

Além da distorção, efeitos como Delay e Reverb também são muito bem vindos. Eles proporcionam sons psicodélicos e viajantes que guitarristas como David Gilmour, do Pink Floyd, adoram explorar.


Slide de Vidro vs. Slide de Metal
Os dois principais* tipos de slide são o de vidro e o de metal. Os dois são baratos, então pode ser interessante comprar os dois para ver qual você gosta mais. Os dois deslizam da mesma forma sobre as cordas, mas os timbres são diferentes. Geralmente, usa-se mais o slide de vidro (do tipo Pyrex) para tocar guitarra e o slide de metal para tocar violões com cordas de aço. Mas não há nenhuma regra. O slide de vidro tem um timbre mais suave. O de metal fornece sons mais estridentes e pode gerar um pouco mais de ruído.


Se você tem medo que o slide de vidro quebre facilmente, não se preocupe. Ele é mais resistente do que parece, pois não é exatamente o mesmo tipo de vidro de um copo, por exemplo.

vantagem do slide de metal é que ele dá maior sustain. A desvantagem é que ele pode enferrujar por dentro com o tempo.

*Existem também slides de plástico e de porcelana, mas quase ninguém usa. O de porcelana é pouco comercializado e o de plástico não é recomendável.

Como treinar
Com um slide na mão você pode tirar os sons mais loucos da guitarra. Mas até chegar lá você precisa dominar a técnica. Para treinar, faça exercícios simples. Treine em uma corda de cada vez.

Exercício: Escolha uma corda, comece no primeiro traste e tente fazer a nota soar nítida, sempre usando o vibrato. Em seguida, deslize até o segundo traste e execute outro vibrato em torno dele. Vá fazendo isso até chegar no último traste. Após terminar essa corda, faça o mesmo nas outras. Isso é preciso, porque cada corda requer um sensibilidade diferente com o slide.

Depois de aprender a executar o vibrato com slide e conseguir fazer cada nota soar com perfeição, chegou a hora de treinar algo mais avançado (e interessante). Tocar slide muitas vezes requer alta precisão. E é isso que você treinará agora.


Exercício: Toque uma nota com o slide e deslize-o até uma outra nota que esteja bem longe do ponto de partida. O objetivo é treinar sua mira, para que, quando você estiver solando, não precise se preocupar com acertar as notas certas, mesmo em velocidades elevadas. Repita o exercício com diferentes combinações de notas e em cada uma das 6 cordas.

Guitarristas que usam slide:
Alan Wilson
Ben Harper
Blind Willie Johnson
Bonnie Raitt
Chris Whitley
David Gilmour
Debashish Bhattacharya
Derek Trucks
Duane Allman
Elmore James
George Harrison
Jerry Douglas
Jimy Page
Joe Bonamassa
Joe Walsh
John Buttler
Johnny Winters
Mississipi Fred McDowell
Sonny Landreth
Muddy Waters
Robert Johnson
Robert Randolph
Ry Cooder
Son House
The Campbell Brothers
Warren Haynes
Watermelon Slim

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Aulas de Bateria.


Já estamos com o curso de bateria em aberto. Para aqueles que desejam ritmar sua vida, colocar a energia para fora e fazer música, claro.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

WAGG - ALBERTI FLOWER

From album 12

WAGG -12 THE COSMIC RAYS

Do álbum 12 - Apenas temas autorais em violões.

Only acoustic guitars themes

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Escala Menor Harmônica.





Caros alunos. Esse tema foi composto usando a escala de SI MENOR HARMÔNICA executada na segunda região do violão.


Divirtam-se...e OLÉ!! QUE VENHAM LOS TOROS....



quinta-feira, 22 de julho de 2010

Escalas Bebop


A escala bebop maior é uma escala maior acrescida de uma quinta aumentada ou sexta menor. A escala bebop maior de Dó contém "Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Sol Sustenido, Lá, Si". Essa escala pode ser usada sobre acordes de sétima maior ou acordes aumentados de sétima maior. A escala bebop maior de Dó pode também ser usada como uma ponte entre acordes numa progressão como Cmaj7 Bm7b5 E7 Am ; ou seja, a mesma escala pode ser tocada sobre toda a progressão. Uma outra maneira de ver isso é dizer que estamos tocando a escala bebop maior de Dó sobre o acorde Cmaj7, tocando seu oitavo modo sobre o acorde Bm7b5, tocando seu terceiro modo sobre o acorde E7, e tocando seu sétimo modo sobre o acorde Am. Esses modos lembram de perto as escalas maior, lócria, alterada e menor, respectivamente. Observe que estamos usando uma escala bebop maior de Dó sobre uma progressão ii-V-i em Lá Menor. Em geral, podemos usar a escala bebop maior em qualquer tonalidade específica sobre uma progressão ii-V-i na relativa menor daquela tonalidade.
Entre as outras escalas bebop está a escala bebop da dominante, que é similar ao modo mixolídio, mas com uma sétima maior adicional. A escala bebop dominante de Dó é portanto formada por "Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si Bemol, Si". Essa escala pode ser usada sobre acordes de sétima da dominante. A sétima maior não é na verdade uma nota evitada se você a usar como um tom de passagem entre o Dó e o Si Bemol. Ela também serve como a quarta elevada do acorde Fmaj7 que provavelmente seguirá o acorde C7. Há também uma escala bebop menor, que é uma escala dórica com uma terça elevada adicional. A escala bebop menor de Dó é portanto "Dó, Ré, Mi Bemol, Mi, Fá, Sol, Lá, Si Bemol". Essa escala pode ser usada sobre acordes de sétima menor, e é geralmente usada em progressões de blues de tonalidades menores para dar um sabor mais de sétima da dominante aos acordes.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

AMIGOS DE MADEIRA E CASCO DE TATU



CHARANGO, es un instrumento musical de cuerdas pulsadas (cordófono) de plena vigencia en las áreas culturales influenciadas por los quechuas y aymaras del cono sur de América del Sur. Posee 10 cuerdas, las que se organizan en 5 órdenes dobles (Sol, Do, Mi, La, Mi). Tiene la forma de una guitarra pequeña cuyo tamaño aproximado es de unos 60 centímetros de largo. Es fundamentalmente un instrumento de acompañamiento, aunque cada vez es más frecuente la presencia de interpretes solistas que incorporan a su repertorio las más diversas melodías, desde las piezas campesinas más alejadas de la influencia urbana, pasando por un gran cancionero de música andina, hasta complicadas interpretaciones del repertorio musical contemporáneo. El charango ha tenido una enorme difusión a partir de los años 70, sobre todo en los países en que la influencia quechua aymara es más fuerte: Bolivia, Perú, Chile y Argentina, en donde se han producido algunas importantes generaciones de charanguistas.
My new friend Charanguinho (tb conhecido como casco de Tatú Peba) entre o Ambrózio e a Banguela.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AURORA CRÍSTICA


Novo trabalho instrumental/autoral com temas executados em violões, violas e teclado. Bem paisagístico virtual auditivo. Talvez possa ser rotulado de NEW AGE, mas tem algo de erudito como Duos de Violão/flauta, Violão/cello, Violão/trompa etc.
Temas
01 Aurora Crística
02 Bach-Viola
03 Caipora
04 Cordas 33k
05 Aurora Dóreal
06 Embalado
07 Viola Pan
08 Violophone
09 Voices
10 Bluezen
11 Mama Last

40 ANOS DO ABBEY ROAD


GEORGE HARRISON COMENTA O ÁLBUM ABBEY ROAD NA ÉPOCA DO LANÇAMENTO



Na época do lançamento do disco, George Harrison fez uma análise, descrevendo faixa por faixa:
‘Something’ – “É uma música minha. Eu a escrevi quando nós estávamos terminando o último álbum, o branco. Mas nunca a terminava. Nunca conseguia encontrar as palavras certas para ela. Joe Cocker fez uma versão também, e há conversa de que será o próximo compacto dos Beatles. (e foi LADO A)) Quando a gravei, pensei em alguém como Ray Charles fazendo a música, pensando na sensação que ele deveria ter. Mas como não sou Ray Charles, sou muito limitado, nós fizemos o que podíamos. É um bom pensamento e, provavelmente, a melhor melodia que já escrevi.”

‘Maxwell’s Silver Hammer’ – “ É algum só de Paul, passamos um diabo de tempo gravando. É uma daquelas músicas que se assobia instantaneamente, algumas pessoas vão odiar e outras vão amar. É como ‘ Honey Pie’, um tipo de coisa divertida, mas provavelmente vai pegar, porque na estória o camarada mata todo mundo. Usamos meu sintetizador moog e eu acho que saiu com grande efeito.”

‘Oh! Darling’ – É outra música de Paul, típica dos anos 50/60. principalmente nos acordes. É uma música típica da época dos grupos Moonglows, Paragons, Shells e tudo o mais. Nós fizemos alguns oh, oohs no vocal e Paul gritando.”

‘Octopus Garden’ – “É de Ringo, a segunda que escreveu. É linda. Ringo fica chateado só tocando bateria. Ele toca piano, em sua casa, mas só conhece três acordes. E ele sabe o mesmo na guitarra. Gosta principalmente da música country, tem um sentimento bem country. É realmente uma grande música. Superficialmente, é uma música boba e infantil, mas acho a letra muito significativa. Ringo escreve suas músicas cósmicas sem saber. Eu encontro significados profundos em suas letras e provavelmente ele nem sabe disso. Linhas como ‘Resting our head on the seabed’ (descansando nossa cabeça no leito do mar) e ‘we’ll be warm beneath the storm’ (nós estaremos aquecidos debaixo da tempestade) fazem com que eu entenda que quando se chega dentro de nossa consciência, tudo é de muita paz.”

‘I Want You (She’s so heavy)’ – “É uma música bem forte. Foi John quem tocou guitarra solo e cantava. Isso é bom porque a frasesolo que ele toca é basicamente blues. Mas é uma música muito original do tipo Lennon, tem algo de espontoso no seu ritmo; ele sempre cruza algo, coisas diferentes no ritmo, por exemplo ‘All You Need Is Love’, da qual o tempo vai de 3-4 para 4-4, mudando o tempo todo. Quando você pergunta para ele sobre isso, ele não sabe como. Faz naturalmente. No instrumento inicial e nos intervalos, ele criou uma exelente següência de acordes.”

LADO B


‘Here Comes The Sun’ – “É a primeira faixa do lado 2. É a música que escreve para este álbum. Eu a fiz em um dia ensolarado no jardim de Eric Clapton. Nós tínhamos passado por muitos problemas nos negócios, e tudo era muito pesado. Estar no jargim de Eric Clapton era como fazer bagunça depois da escola. Eu senti um tipo de alívio e a música saiu naturalmente, é um pouco parecida com ‘If I Needed Someone’, com aquele tipo de solo correndo por ela. Mas, realmente, é muito simples.”

‘Because’ – “É uma das coisas mais bonitas que fizemos. Tem uma harmonia de três partes – John, Paul e eu. John escreveu a música, e o acompanhamento é um pouco parecido com Beethoven. Assemelha-se com o estilo de Paul escrever, mas só por causa se sua suavidade. Paul geralmente escreve coisa mais suaves e John é mais delirante, mais pirado. Mas, de tempos em tempos, John gosta de escrever uma música simples de 12 compassos. Acho que é faixa de que mais gosto do álbum . É tão simples, especialmente a letra. A harmonia foi muito difícil de ser feita, tivemos que aprendê-la mesmo. Eu acho que vai ser a música que impressionará a maioria das pessoas. Os pirados vão estender e os caretas, pessoas sérias, e críticos, também. Depois vem a seleção de músicas de John e Paul, todas juntas. É difícil descrevê-las sem que se ouça todas juntas. ‘You Never Gove Me Your Money’ parece ser duas músicas, uma completamente diferente da outra. Em seguida vem ‘Sun King’ (Rei Sol) que John escreveu. Oroginalmente, ele a tinha chamado de ‘Los Paranoias’.”

‘Mean Mister Mustard e Polytheme Pam’ – “São duas músicas pequenas que John escreveu na Índia, há 18 meses.”

‘She Come In Through the Bathroom Window’ – “É uma música muito boa de Paul com uma boa letra.”

‘Golden Slumber’s – “É outra música muito melódica de Paul que se encadeia.”

‘Carry The Weight’ – “ Fica entrando por todo o tempo (pot pourril).”

‘The End’ – “É o que é: uma pequena seqüência que finaliza tudo. Eu não consigo ter uma visão completa de ‘Abbey Road’. Com ‘Pepper’s’, e até o álbum branco, eu tive uma imagem do começo ao fim do produto, mas nesse disco eu ainda estou perplexo. Acho que é um pouco parecido com ‘Revolver’, não sei diereito. Não consigo realmente ainda vê-lo como uma entidade completa.”

G. Harrison setembro de 1969 Fonte: revista Vigu Especial de 1976

quarta-feira, 29 de abril de 2009

12 - WAGG

12 temas executados somente com violões. Alguns com arranjo de 4 violas.
Capa e 12 violas por WAGG
2009 - KUKAMONGA MUSIC






Video de FLOR ALBERTI (12 petals of Alberti Flower)

01 - As 12 pétalas da Flor Alberti
02 - Os 12 tons musicais
03 - Os 12 preceitos de Hans-Jurgen
04 - Os 12 trabalhos de Hércules
05 - Os 12 apóstolos
06 - Os 12 meses
07 - Os 12 raios cósmicos
08 - As 12 asinhas
09 - Viola de 12
10 - OS 12 macacos
11 - Os 12 choros
12 - Os 12 dedos
PEDIDOS: mailto:mwaggnerrincon@yahoo.com.br

ACUSTICaRT

Álbum autoral com temas instrumentais meio new-age.
Violões, piano, cordas e flauta.
Faixa bonus AMAZING GRACE/HANDS OF GOD
Capa por WAGG/CLÉIA
2008 - kukamonga music
Video de VIVALDINA
01 - A coroação
02 - Toada para Milady
03 - Vivaldina
04 - Arthur de Camelot
05 - Reencaixe
06 - Concerto em Mi Lady
07 - Na corte do Rei Flamenco II
08 - Zum zum
09 - Viola a sos
10 - Amazing Grace/Hands of God (John Newton)

WAGG in BLUES - outtake sessions

Coletânea de blues diversos gravados entre 2002 e 2008. Elétricos, acústicos, slides, guitarras nervorsas e suaves. Novamente todos os instrumentos e Capa by WAGG 2008 - KUKAMONGA MUSIC www.myspace.com/wagguibluesband
PEDIDOS: waggnerrincon@yahoo.com.br
Video de PLAY OF GEORGE HARRISON

01 - Diminuto Blues
02 - Play of George Harrison
03 - Rockin A
04 - Milady Blues
05 - B. B. by me
06 - Cowblues
07 - Daredevil Blues
08 - Sweet Home Chicago (Johnson)
09 - Blues under 39º degree
10 - Akústico Blues
11 - Bluezen remnoir
12 - Mexican Serenate Blues
13 - No mercy
14 - SRVoltz
15 - Valsando em Blues
16 - Dom Quixote, la mancha (Wagg/Cleide)

WAGG & ETC BAND

Álbum instrumental com temas próprios e releituras de SMILE e um mix de THE PINK PECKER THEME. Todo gravado IN HOME.
Guitarra, baixo, teclado, bateria, ukelele e Design gráfico por WAGG.
2007 - kUKAMONGA MUSIC
Video de THE PINK PECKER THEME
01 - Beautiful son (Wagg on vocals)
02 - The Pink Pecker Theme (Mancini)
03 - Harri's on swing
04 - JazZé
05 - Al
06 - Lady Groove
07 - Analoo
08 - Maverick
09 - Smile (C. Chaplin)
10 - Rokan

Video de SMILE